The Moth Diaries

The Moth Diaries realizado por Mary Harron conta uma mórbida e bizarra história que tem lugar num colégio interno.

Uma singular rapariga – Ernessa – chega á escola e intervém na amizade de Rebecca e Lucie. Algo de peculiar se passa, mas, Rebecca parece ser a única pessoa que repara na ligação entre Ernessa e as estranhas mortes (além outros acontecimentos) que têm lugar.

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O filme tem uma simbologia claramente gótica que teria sido melhor utilizada se houvesse alguma subtileza: a maneira como é apresentada é demasiado dramática para ser eficaz no público que costuma ver este tipo de filmes. A peça Auto-compara – se com o conto Carmella– editado cerca de 25 anos antes do Drácula de Bram Stoker; no entanto, também esta comparação, cai longe da meta: as referências ao vampirismo e ao sobrenatural são utilizadas sem qualquer tipo de argúcia. Todo o filme é realizado sem aprofundar temas: é demasiado geral! Tendo sido comparado, diversas vezes, á saga Twilight – criticada pela camada mais adulta do género.

O filme em si tem uma ideia que poderia ter sido muito bem aproveitada: teria daqui saído um ótimo thriller de terror: se a premissa tivesse sido mais aprofundada e bem desenvolvida, mas, muito é deixado a desejar. A personagem principal – Rebecca – protagonizada por Sarah Bolger (The Tudors) dá a entender ser bastante inteligente, mas os seus dotes mentais apenas aparecem nas ultimas cenas do filme.

Numa escala de 0 a 10 diria que este filme é um 3: pode ser visto, mas não proporciona qualquer vínculo.

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